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sexta-feira, junho 12, 2020

Receita de Pão



                                                             Pão ( caseiro feito por mim )


No liquidificador,  pôr 1 copo de leite morno, 3 colheres de manteiga,  3 ovos, 1 xícara de açúcar,   1 colherinha de sal, casquinhas raladas de limão e 3 colheres de fermento de pão . Misturar bem.
Num recipiente , colocar 1 kg de farinha, abrir um espaço no meio dessa farinha e, sobre ele , derramar a mistura do liquidificador.

Fazer de conta, então,  que se está numa academia, realizando fantásticos exercícios de braço e tórax! E misturar, amassar, sovar muito. Depois, deixar a massa descansar e crescer até quase o dobro da quantidade inicial. Acrescentar passas de uva e frutas cristalizadas e voltar aos exercícios de braço e tórax! Movimentar bem a massa. Quando ficar lisinha, modelar os pães e deixar crescer novamente ( no calor, em meia hora estará pronto - no inverno gaúcho, vai precisar de bem mais tempo. ). Na minha forma, eu faço 4 pães com essa quantidade de massa.  Após, Assar, contar vantagens e receber elogios.

PS. Se você estiver irritada com algo ou alguém, use essa irritação para dar força aos movimentos de trabalhar a massa. O pão ficará ainda melhor - e você também. A história de tratar a massa com amor, não me parece convincente.


domingo, março 22, 2020

Fernando Pessoa - em tempo de corona vírus...





"Contemplo o lago mudo
Que uma brisa estremece.
Não sei se penso em tudo
Ou se tudo me esquece.




O lago nada me diz,
Não sinto a brisa mexê-lo.
Não sei se sou feliz
Nem se desejo sê-lo.




Trêmulos vincos risonhos
Na água adormecida,
Por que fiz eu dos meus sonhos
A minha única vida? "

Fernando Pessoa



PS. Todas essas fotos foram feitas no Aquário de Atlanta , em 2007. Massimo era um bebê. O único critério para a escolha das fotos foi a imensa saudade de meu filho e de neto. 

quinta-feira, junho 06, 2019

Retorno ao Brasil: Relatório ou texto de agradecimento?

Lisboa

Relatório ou texto de agradecimento? Tanto faz. É  o que tenho hoje vontade de escrever. Em junho do ano passado,  quando recebi o diagnóstico de que eu estava com câncer de pulmão - o mesmo que matara, há pouco tempo,  minha irmã e meu irmão,   com menos idade do que eu - pensei imediatamente: não vou poder viajar. 



Lisboa

Lembrei-me  de Amyr Klink - ele escreveu que o maior medo do navegador é não poder partir. E eu estava com viagem planejada para o início da primavera. Senti medo intenso de não poder partir ... nem em setembro, nem nunca mais. Passados  cirurgia e  período de recuperação, alimentando-me da confiança nos meus médicos - Paulo Teixeira, Spenser Santiago e Ricardo do Amaral - recomecei a fazer projetos e já comecei a executá-los. Não há texto que traduza minha gratidão a esses sensíveis e competentes jovens.



Espanha - Segóvia

Assim, no início de maio, viajei, com Elaine e Dalva, minhas sobrinhas, para a primeira viagem pós-susto. Pela TAP, fomos de Porto Alegre a Lisboa, onde fizemos um stopover de cinco dias - com muitos passeios pela capital e arredores.  As meninas foram excelentes companheiras o tempo todo: solícitas, afetivas e solidárias comigo. Agradeço-lhes muito por esse precioso convívio.



Dalvinha e Elaine em Paris

De Lisboa, sempre pela TAP, fomos para Madrid, onde reencontrei amigos que tanto demonstraram atenção e solidariedade no período de minha cirurgia e recuperação. Foi um feliz encontro reciprocamente. Na Espanha, acompanhei minhas sobrinhas a cidades de que gosto muito, como Córdoba, Sevilha, Toledo e Segóvia. Minha paixão por esse país só aumenta.



Espanha - Toledo

Admiro Paris, mas não o amo de paixão. Ir à Capital da França, entretanto, eu encaro como um dever a cumprir, especialmente quando estou com pessoas que não a conhecem. A novidade da vez foi um dia todo dedicado ao Museu D`Orsay. Delicado e deslumbrante. Como gosto muito de esculturas, não conseguia afastar-me de lá. De resto, gosto de rever lugares, especialmente pelas memórias evocadas - como meus passeios, por parques e praças, com Ronald e Mile.



Paris - Museu D`Orsay

Não posso virar a cabeça para aquele lado sem incluir a Bélgica. Fomos, de trem é óbvio, a Bruxelas, a Bruges e a Antuérpia. Longas caminhadas, com chocolates, batatas fritas e algumas comprinhas - lá mora a Kipling por exemplo. Bateu-me saudades da Alemanha - e eu precisava comprar aspirina! fomos, então, a Aachen, uma cidade entre três fronteiras. Da Bélgica, retornamos diretamente à minha Madrid, pela Ryanair - companhia que faz a gente expiar culpas ou pagar pecados.



Bélgica

O mais relevante nesta viagem, além do precioso convívio com minhas sobrinhas, foi ter conseguido partir, relembrando sempre que eu estava viva, podia caminhar, ver, escutar, respirar, rir e chorar. Voltei agradecida por ter ido, ter encontrado Lúcia, Guiga, Rui,  Arlete, Marisol, Nicole e tantos conhecidos, como o pessoal das cafeterias, onde sou assídua frequentadora.
.


Lúcia e eu - amizade que permanece ao longo do tempo.

Como meu medo maior e não poder partir, cheguei já planejando voltar - preciso ir à Romênia, à Armênia e à Georgia, no segundo semestre.  Iniciarei logo um recorrido aos médicos que me tratam e  um treinamento que me permita melhores condições físicas, pois sinto ainda alguns problemas respiratórios. Não aprecio alimentar esperanças seja de que for; aprecio, no entanto, ter a realidade e a lucidez como companheiras. 



A Dalvinha e Elaine, minha gratidão.

Com muito carinho, agradeço as mensagens de tanta gente que me acompanhou nesta e em todas as outras viagens. Pretendo escrever com mais dedicação e pontualidade aqui, no Correndomundo. Tenho muito o que contar. Aguardem minha preguiça passar! 



Item de um mural em Lisboa
Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos..." Amyr KlinK







sexta-feira, dezembro 21, 2018

Natal e Saudades

 

POEMA ENJOADINHO

rio de Janeiro , 1954

Filhos... Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como os queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete...
Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos são o demo
Melhor não tê-los...
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem xampu
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém, que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!
Vinicius de Morais


Fabiana e Pedro

Li esse Poema Enjoadinhoquando eu não tinha filhos, quando a filha era eu ( ... ) Achei-o bonitinho. Hoje ele me parece incompleto. Passa a fase de beber shampoo - e os meus beberam. Passa a fase da adolescência - belissima, mas mesclada de angústias e inseguranças.... Tornam-se adultos - a fase hoje das minhas crianças. E, então, vão embora! E têm que ir. Mas vem a saudade - essa saudade que me faz falta o poema referir.


Paulo de Tarso ( Patati ) e eu

Recordo quando Patati , que estava terminando a Universidade , reclamou do pouco tempo de que eu dispunha para estar com ele. E me disse: "logo eu vou embora e não teremos mais esse tempo para conversar e conviver". A afirmação me pareceu estranha. Meus filhos sempre estiveram comigo. Eu sentia como se isso fosse para sempre. Já faz uns 20 anos que ele foi morar em Atlanta. Fabiana havia saído antes de Patati. Gugu saiu saiu alguns anos depois. Foram-se!



Gugu e eu

Aprendi com minha mãe que não se deve chorar facilmente. "Quem por tudo chora, por nada tem sentimento" dizia sempre ela. Eu raramente choro. Hoje, entretanto, chorei de saudades dos meus filhos. Recordei-os em todas as suas idades. Lembrei-me de suas histórias, de suas roupas, de seus brinquedos, de suas festas de aniversário, de seus problemas na escola, de seus amigos, de suas doenças, de suas alegrias, de suas dores, de suas paixões. 


Patati, eu, Gugu e Ryan ( meu filho canadense )

À saudade deles, acrescentei também a saudade de outros filhos que a vida me deu: Mile, Frederico, Fernando, Fabianinha, Cláudio, Edmara e os Fabricios ( o Menine e o do Canto ). Todos tão maravilhosamente diferentes entre si. Todos tão bonitos e tão boa gente. Todos, neste momento, geograficamente distantes de mim. Todos , contudo, tão presentes no meu afeto e nas minhas lembranças.



Mile e Fabianinha


Quando penso nos meus filhos, penso em meus erros e acertos. Nos erros, principalmente, embora a gente nunca consiga delimitar ou visualizar essa fronteira entre acerto e erro . Já faz alguns anos, recebi uma mensagem do Patati .Esquecendo os conselhos da minha mãe, chorei muito ao recebê-la! Deixo-a aqui para os meus netos ( licença, meu filho?):


Fabrício e Patati


"A minha mae gosta de jardins e plantas. Em todas as casas que nós moramos, ela plantou um jardim enorme. Arvores frutiferas, flores, arbustos. Plantas que, depois de muitos anos, depois que a casa já tinha esquecido da gente, certamente dao frutas e alegria e sombra para pessoas que a gente nunca conheceu. Ela plantava sem nunca se perguntar para quem plantava ou quem colheria os frutos.



Massimo, filho do Patati


A minha mae gosta de gente. Por todos os lados onde ela passou, ela cultivou gente. Como plantar um jardim. Encontrar boas pessoas, colocá - las no lugar correto, dar as condiçoes para que cresçam, o apoio, o ombro para chorar quando precisam, o puxao de orelha quando necessario, principalmente o entendimento de que cada pessoa cresce diferente, e que o papel do jardineiro nao é de crescer a planta, é só de fazer o possível para que a planta possa crescer.



Fernando e eu

A minha mae gosta de ser mae. É a maior mae do mundo. É mae minha, do gugu, da Fabiana, do tio mile, da fabianinha, do fernando, do fabricio, de tanta gente que eu conheço, de outras tantas que eu nunca conheci. O mais incrivel é que mesmo tendo que dividir a minha mae com tantos outros filhos, eu nunca tive falta de mae. Sempre teve amor para todo mundo - e de sobra.



                                                                        Frederico, Lu e eu


Eu te amo muito Mae, feliz dia das maes!  Patati



Claudinho e eu


PS. Prometi a mim mesma que , neste difícil 2018, eu não diria "Feliz Natal" a ninguém. Sentiria saudades dos que partiram e agradeceria por eu ainda estar aqui. Prometi também que pediria a todos para não esquecerem que "um dia a mais de vida é um dia a menos de vida" e que não a desperdiçassem com eventos que se tornam insignificantes perto de grandes perdas.... Pensem que 2019 é apenas continuidade do que plantamos e do que somos. 


Pedro, meu neto.

" No todos los días son de sol
y la lluvia, cuando escasea, se ruega.
Por eso tomo la infelicidad junto con la felicidad
naturalmente , como quien no se sorprende
de que haya montañas y lanuras,
y de que haya rocas y yerbas..."

Fernando Pessoa


Gugu e Adriana


segunda-feira, abril 25, 2016

Chegada em Atlanta

Massimo,
meu neto.





















Reconheço que minha geração foi bastante privilegiada por ter vivenciado acréscimos fantásticos que facilitaram nosso cotidiano. Sou do tempo que possuir um telefone -  um trambolho fixado numa parede - era clara demonstração de poder e vantagem sobre as outras pessoas. Acompanhei - deslumbrada! - o surgimento dos celulares, dos computadores, da internet....Lamento, no entanto, que me vai faltar vida para assistir ao uso de sistemas mais rápidos e eficientes de transporte...tão imprescindiveis nestas viagens longas.






Fiz Porto Alegre, Sao Paulo, Washington,Atlanta... contando o tempo das conexões, mais de 20 horas. Pela primeira vez, vim pela United Airlines. Os assentos sao, de fato,  mais confortáveis que outras companhias aéreas; a comida, ruim como a maioria. Quanto ao entretenimento a bordo, deixa muito a desejar - senti falta de bons filmes. Dormi durante cinco horas e acordei com fortissima turbulência - daquelas que só me ocorre pedir que o desfecho fatal seja breve...Apenas susto...






O aeroporto de Atlanta já me é familiar, apesar de ser imenso. Cheguei e logo chegou meu filho, bonito, gentil e afetivo ....todas as mães devem dizer o  mesmo... Atlanta está muito verde e florida. A cidade  é realmente  linda na primavera - para os alérgicos, entretanto, meio incômoda pelo excesso de pólen. Massimo veio feliz ao meu encontro, trazendo-me flores. Valeria preparou uma deliciosa torta de espinafre. Senti-me em casa...Verdade que me sinto em casa nos Estados Unidos. Dormi cerca de 12 horas - estou agora pronta para iniciar a temporada no pais.




sábado, abril 02, 2016

Em Alegrete - a cidade que escolhi como minha.


Bela União

Em outros textos, em diferentes publicações, já contei que nasci na Bela União, propriedade de meus pais, localizada entre Rosário do Sul e Alegrete. Saí do meio rural - da campanha ou lá de fora, como se diz na região - com pouco mais de 15 anos. Morei somente 4 anos em Rosário e vim morar em Alegrete, onde vivi durante 19 anos e onde nasceram meus três filhos.


Bela União

A informação sobre minha cidade de origem era ambígua. Faltava-me convicção para dizer que eu era de Rosário; faltava-me legitimidade para dizer que eu era de Alegrete. Um dia, entretanto,tive um insight inteligente - raro certamente! - e assumi que eu era do Alegrete por escolha. Anos depois, já em 1994, recebi, o título de Cidadã Alegretense. Ambiguidade resolvida...


Uma das torres da Igreja Matriz de Alegrete

Com o tempo e as circunstâncias, optei por não ter residência fixa. Moro em muitos lugares, ou, melhor dizendo, não moro em lugar nenhum - transito por eles. Aprendi que necessito somente de um endereço para preencher formulários. Posso viver sem arroz, feijão e carne; dormir sem o meu travesseiro; não ter animais de estimação. Em raros momentos, sinto solidão - felizmente sou bem amiga de mim mesma e tenho belas lembranças para evocar.


Alegrete - trabalho do escultor Chapeu Preto

Felizmente também , ao longo dos meus 72 anos, fui  somando pessoas amadas, formando, assim,  a minha família tentacular. Onde quer que eu esteja, posso interagir com elas, ouvir e contar novidades, amenizar a saudade. Nessas horas, faço um pedido de desculpas em nome da Humanidade e uma reza de agradecimento a  Alan Turing, o inventor do sistema que nos permite hoje vencer barreiras de distâncias e , em tempo real, entrarmos em contato com nossos amores.


Prefeitura de Alegrete

Agendo anualmente parte dos meses de março e abril para organizar minha vida - e essa organização só costumo fazê-la em Alegrete, onde estou nestes dias. Na minha cidade, tudo é mais fácil - renovei minha Carteira Nacional de Habilitação, fui a dentistas , fiz exames médicos e laboratoriais, acertei contas e impostos...Tudo aqui se torna bem mais fácil, tanto pela localização próxima, quanto pela ajuda do Mile e do Fernando - meu irmão e de meu sobrinho.


Bela União

Caminho muito pela cidade, Em todos os lugares, encontro amigos, conhecidos... e detalhes da minha história de vida. Observei diferenças altamente positivas na cidade, como o cuidadoso desenvolvimento no outro lado da ponte. A UNIPAMPA parece-me um sonho...Aposentei-me pela Universidade Federal sempre reclamando do pouco investimento em instituições públicas de nível superior. Com a UNIPAMPA, ganha a cidade e ganha o País.


Visitarei meu neto em Atlanta...
Estou hoje na Bela União, lugar em que nasci e onde sou proprietária de 20% da sede antiga e também dos investimentos que fiz na propriedade. Na próxima semana, penso visitar, em Alegrete , alguns amigos. Depois ,  partir...Torres, Porto Alegre, Atlanta, New York, Philadelphia, Princeton ..... e lá vou eu....usar bem o presente que , a cada dia, o presente me dá. 


Na Bela União



terça-feira, fevereiro 09, 2016

Mantras de Viagem: Anotações Breves




Acordei. Madrugada. Que fazer? Recordar? Projetar os próximos seis meses? Minha consciência de finitude não me aconselha a ir além de um semestre.  Levantei. Analisei mapas. Revi fotos - selecionei  as dos Mosteiros de Meteora da Grécia para postar aqui. Encontrei, ainda,  estas anotações - meus Mantras há muitos anos. São simples alguns - até simplórios - mas me foram muito úteis, razão por que os compartilho.





Viaje ... sem esperar condições ideais.






A viagem tanto pode ser internacional, nacional, estadual ou ao redor de seu município...importa mover-se. Viaje de acordo com seu orçamento e o seu desejo de ver ou rever lugares.





Não tenha medo de viajar sozinha. Desfrute da liberdade que a autonomia lhe dá. Não seja dependente de  pacotes  ou de pessoas, salvo se for em lugares considerados difíceis - e são poucos que o são realmente.





As melhores informações para construção de roteiro surgem em conversas ocasionais; basta, portanto, ser ouvinte atento. 






O passaporte em viagem é mais importante do que o dinheiro que se leva. Perder passaporte é um transtorno - envolve quebra de roteiro, preocupação, tempo e dinheiro.






Entrar em shopping com saudades de pessoas amadas , é como entrar em supermercado com fome: compra-se demais!





Quem não sabe o que é carregar bagagem - não valoriza presentes recebidos.






Quando se  viaja com mala , compreende-se a plenitude dessa qualificação. Fuja, portanto,  das malas e dos malas.





A bagagem não deve ultrapassar a  50% do que se pensava carregar.






Aprendi com meu sábio amigo-irmão Carlos Eugênio Daudt que, para companhia de viagem, a gente escolha alguém com quem já comeu um saco de arroz junto. Evita surpresas.






Sei que viajar é uma escolha, às vezes entre uma viagem e uma troca de carro. Só você pode mesmo decidir. Dispense as críticas!






A dor vem sozinha; a alegria tem que ser buscada...com serenidade. Aproveite seu tempo.





Desculpem! Reli o texto e me pareceu autoajuda de revistas de fotonovelas...antiguíssimas...Quem tem idade ao redor da minha...pode compreendê-lo. Voltarei a dormir. Boa noite. Cuidem-se nas estradas!