quarta-feira, outubro 24, 2018

Zagreb, visite-a. É bem interessante.

sábado, maio 26, 2018

Centro Histórico de Zagreb - restos de antigas muralhas e Catedral de Zagreb

Já saímos do Brasil com a decisão de que o translado entre Budapest e Zagreb seria feito de ônibus, As passagens foram compradas,   ainda no Brasil, no site da             https://www.flixbus.com/ Era a oportunidade de ver melhor a paisagem, de passar por fronteiras,   de conhecer mais  um sistema de transporte na região e, ainda, pagar bem menos que de trem ou de avião.



Parte antiga de Zagreb com sinais de primavera 

Do apartamento que alugamos, era fácil percorrer o Centro Histórico da bonita Capital da República da Croácia, país com quase 1800 km de litoral e mais de 1200 ilhas. Observamos, já no primeiro dia,  que os preços praticados não constituíam exagero e que a comida e o café eram excelente. A  moeda croata é  Kuna (KN), que convive com o Euro, recebido em lugares mais turísticos.




Centro Histórico

Há 12 anos, eu havia estado em Zagreb um fim de semana, igualmente na primavera.  O número de turistas,  com certeza,  aumentou bastante desde aquela visita.    A proximidade com  Itália, Viena e Budapest deve ter contribuído muito para atrair visitantes...         e contribuído, mais ainda, o que se comenta sobre as belezas naturais do lugar e de seus arredores.








Em 2006, escrevi : Zagreb é uma bela cidade. E é muito interessante ver como aquele povo se reconstrói após a recente guerra. Um casal croata - falante de italiano -        conversa comigo e me conta da guerra.Dizem que muitas pessoas ainda têm pesadelos de que suas casas  estão sendo bombardeadas.          Os croatas terminaram a conversa, dizendo " mas sobrevivemos e precisamos agora reconstruir nosso país"...




Proximidades da Catedral


Embora eu goste muito de caminhar sem destino pelas cidades,  observando lugares comuns e gente no seu cotidiano, parece-me importante esmiuçar o Centro Histórico e observar ali o que a gente leu antes da viagem. Em Zagreb , o conhecimento do Centro Histórico é imprescindível, tanto nas leituras, como durante os passeios. Com cerca de 900 mil habitantes, a cidade tem um belo ar provinciano, parques bonitos, arquitetura que merece um olhar mais longo, museus, galerias de arte, restaurantes, cafeterias,habitantes muito gentis - e o rio Sava, embora ele  não parece muito integrado à cidade.


Detalhe da Feira Livre de Zagreb : Dolac

Mencionando restaurantes e cafeterias, recordo que se come bem e barato na Croácia. A Feira Livre de Zagreb - Dolac - é uma festa para os sentidos. Frutas locais, verduras e legumes novinhos, embutidos, queijos, doces e as fantásticas comidinhas de rua estão todos ali - deliciosos e tentadores. O que mais me encantou, no entanto, foram os espaços reservados às flores. Quanto colorido e beleza! A Dolac funciona diariamente, bem pertinho da praça principal, a Ban Jelacica. Passeio obrigatório para visitantes e habitantes.



Centro Histórico
O Centro histórico está dividido em Cidade Baixa ( Donji Grad ) e Cidade Alta ( Gornji Grad ). Na Cidade Alta está a Catedral e a Praça Central ( Trg Bana Jelacica), onde está a estátua do vice-rei, imponente no seu cavalo. Duas observações : aprenda algumas palavras na língua eslava, pois não é difícil fazer úteis  associações. Não esqueça, se você não estudou bem a diagramação da cidade, que a localização da Catedral é  referência para você encontrar-se. 



Detalhe do prédio do Museu Arqueológico


Há vários museus muito bons em Zagreb, como o Museu Croata de Arte Naif, o Museu da Cidade, o Museu Arqueológico, e algumas galerias de arte bem recomendadas, como a Galeria de Arte Moderna e a Galeria Strossmayer. O Museu, entretanto, que mais me interessava, não consegui visitá-lo por desencontro de horários. Refiro-me ao Museu das Relações Cortadas ( Museum of Broken Relationships ) que conta, de diferentes formas,  a história de relações amorosas desfeitas,  através, por exemplo,  dos mais inusitados objetos.



Antigas muralhas

Não só pelo Museum of Broken Relationships, eu desejo retornar, pela terceira vez, à Croácia, um país com história dura e corajosa. Foi conquistado / invadido, através dos séculos, por tribos eslavas, venezianos, turcos e alemães. Sofreu nas duas Grandes Guerras; foi parte da Iugoslávia e, após um dramático período, conquistou sua autonomia  em 1990. Mantém lendas e tradições encantam os visitantes, além dos preços que são bem mais em conta que muitos outros países europeus.



Ensaio das tulipas


O post sobre Zagreb será dividido em duas partes. A primeira, esta que você acabou de ler e que está bastante mal escrita. Desculpe. Estou passando por uma fase bem ruim - doença de um irmão meu, muito amado. A segunda, melhor um pouco, porque foi rascunhada ainda na Croácia e porque o tema me é fascinante. Aguarde. Ela é meio diferente...








" No basta abrir la ventana
para ver los campos y el río.
No es suficiente no ser ciego
para ver los árboles y las flores.
Es preciso también no tener filosofía ninguna.







Con filosofía no hay árboles: solo ideas.
Hay solo cada uno de nosotros, como uma cueva.
Hay solo una ventana cerrada, y todo el mundo allá fuera;
y un sueño de lo que se podría ver se la ventana se abriera,
que nunca es lo que se ve quando se abre la ventana."

Fernando Pessoa


Mirogoj - próxima postagem

quinta-feira, outubro 04, 2018

Sugestão de Roteiro de Viagem 04: Andaluzia - 2a.parte


Málaga :Arte em espaços públicos - Henry Moore

Andaluzia é minha paixão na Espanha; Granada, minha paixão na Andaluzia. Cidade que me encanta e comove e para onde sempre retorno. Para tentar compreender a história espanhola, incluindo  encontros e desencontros entre árabes, judeus e cristãos, é relevante ir a Granada com tempo disponível e olho limpo  - assim será possível  desvendá-la ao menos parcialmente.



Granada - Alhambra

De trem ou de ônibus, enfrento mais de 4 horas de viagem, pois  são 467 km de distância. Costumo partir de trem desde Madrid por Atocha ou de ônibus pela  Madrid Estación Sur -  uma grande e moderna estação rodoviária. Chega-se a Granada numa estação rodoviária bem menor, mas com escadas rolantes, banheiros muito limpos e boas cafeterias.. As passagens de ônibus, eu as compro no www.alsa.com 



Detalhe do Centro Histórico de Granada

Em Granada, hospedo-me no Hotel  Navas, um três estrelas honesto, localizado numa rua peatonal com muita oferta de cafeterias e restaurantes. A partir do Hotel, acesso, com facilidade, as praças Carmen, Rib-Rambla, Universidad e Santa Ana;  a majestosa Catedral de Granada, a Capela Real onde estão  Isabel e Fernando, Joana e Felipe - a história trágica de Joana pode ser conhecida em :  http://rainhastragicas.com/2013/04/05/juana-la-loca-de-amor/ 





                                                           Detalhe da grandiosa Alhambra

                               
 " Certamente ninguém esquece  a primeira vez que vê Alhambra, assim como é impossível vê-la toda num dia só. Parti,  já pensando em voltar. Os sultões que a mandaram construir , usaram não só mármore, pedras, areia , azulejos, mas também aromas, luz , cores,  água. Todos os detalhes parecem ter sido esteticamente escolhidos. Quanto de fantasia transformou-se em realidade neste lugar. Quanta dor se viveu aqui....." http://correndomundo.blogspot.com.br/2015/05/alhambra-olhos-de-verolhos-de-chorar.html    OBS. Os ingressos para a imperdível visita a Alhambra podem ser comprados com antecedência no site https://www.alhambra.org



Ruazinha do centro de Granada


O poeta Francisco de Icaza, considerando as belezas de Granada , escreveu:

"Dale limosna, mujer,
que no hay en la vida nada
como la pena de ser 
ciego en Granada."


                                                                Catedral de Málaga

Em uma das minhas idas  a Granada, segui depois para Málaga, capital de Província, com cerca de 600 mil habitantes e vida cultural intensa. Nela nasceu Pablo Picasso, admirável e inovador artista. Picasso nasceu em uma casa na Plaza de Merced, em 1881. Assim que cheguei, fui visitar o Museu que leva seu nome e que tem um acervo de 204 obras suas. Visita recomendada! Vale conferir em: www.museupicassomalaga.org Antônio Banderas também nasceu em Málaga, no dia 10 de agosto de 1960.

                                                                           Málaga

Escrevi no correndomundo: "Os moradores de Málaga - os malagueños - podem orgulhar-se  de sua história de força e coragem, demonstradas antigamente, nas batalhas e , modernamente, nos pontos de vista que eles defendem. Resistiram até 1487 aos exércitos invasores cristãos e também,durante a Guerra Civil Espanhola, enfrentaram os fascistas de Franco - quando centenas de nacionalistas foram assassinados. Há pouco, fizeram fortes manifestações contra os efeitos negativos do turismo." Málaga
é importante cidade no roteiro de quem se interessa por arte e história.

Ronda

De Málaga, fui a Ronda, belíssima cidade integrante dos Pueblos Blancos, cidade-berço das touradas. Com menos de 40 mil habitantes e com 744 metros de altura, era a preferida de Alexandre Dumas, Ernest Hemingway, Rainer Maria Rilke e Orson Welles. Está situada à beira de um desfiladeiro de 100 metros, por onde passa o rio Guadalevin. Obs. Sobre os Pueblos Blancos, sugiro o post: http://www.viajenaviagem.com/destino/pueblos-blancos

Ronda

Entre os  principais pontos de interesse de Ronda, que podem ser vistos em um dia, destacam-se a Igreja de Santa María la Mayor, a Casa do Rey Moro, o Museu de Ronda, os Baños Árabes, o Museu Lara ( interessante pelo mix que abriga ), a Praça de Touros, o Museu Taurino e suas estreitas e encantadoras ruas. Fora da cidade antiga -  extramuros - é interessante  visitar o Bairro São Francisco, onde antes havia um cemitério muçulmano. O Bairro teve sua origem num pequeno mercado, no século XV, por decisão de nele morarem os mercadores que se negavam a pagar altos impostos para comercializar seus produtos na cidade amuralhada. 


Ponte antiga sobre o rio Guadalevin

Há bons restaurantes em Ronda, onde se pode  encontrar rabo de Toro - o nosso conhecido espinhaço, tradicional no Rio Grande do Sul. Uma leitura interessante pré-visita pode ser o romance Morte na tarde, escrito por Ernest Hemingway, em 1932. Nessa obra, Hemingway expressa sua grande paixão pelas touradas e narra, com detalhes, o medo e a tensão que a Praça de Touros provoca. Ronda é visita que eu sugiro sem medo de errar.



Para este roteiro, sugiro o mínimo de uma semana. Locar um carro seria o mais aconselhável. Fiz, entretanto, muitos recorridos pela Andaluzia de trem ou de ônibus. Na próxima  sugestão de roteiro, relatarei viagens a partir de Granada, traçando outra direção e percorrendo  Antequera, Jaén, Úbeda, Baeza e parte da Serra Nevada. Em junho próximo, penso ir de Huelva até Almeria, ampliando meu conhecimento da região. Conto , para isso, com ânimo e encantamento.


Prefeitura de Granada

terça-feira, outubro 02, 2018

Sevilha e Andaluzia : Introdução ( texto antigo)


Andaluzia:  encanto das ruas estreitas...
Gostaria muito de dizer aos meus netos que conheço bem a Andaluzia, região considerada o berço da Espanha e lugar de tradições muito fortes. Por essa razão, eu a incluí, com prioridade, nesta programação espanhola. Necessito ,pois, de tempo e energia para concretizar esse desejo.

.....outras ruazinhas.....
Serão aproximadamente  três meses com muitas andarilhadas,  iniciadas no mês de abril. Ótimo mês. Primavera, temperatura agradável, feiras, flores e festas por todo lado - se bem que a Andaluzia sempre encontra motivos para festas, em qualquer estação do ano.

...ruazinhas com excelentes tabernas...
Em janeiro p.p., Pedro, meu neto, e eu estivemos em Sevilha alguns dias. Pleno inverno! Tínhamos como objetivo a Festa de Reis, que foi realmente uma grande festa. O relato dela está aqui no Correndomundo ( http://www.correndomundo.blogspot.com.br/2015/01/sevilha-colorida-vivaz-e-apaixonante.html )

....ruazinhas com muitas flores...
Em janeiro, portanto, com o passeio  a Sevilha, estava iniciada a temporada andaluz . Na semana última, a continuidade veio com três novos passeios : Córdoba, Jerez de la Frontera e Cadiz. Escreverei, separadamente, sobre cada uma delas. 

....e uma surpresa ao final....
Fiz a lista de algumas das  cidades que pretendo ir, como  Carmona, Huelva, Granada, Málaga, Ronda - e daí aos Pueblos Blancos - Algeciras, Jaén, Vejer de la Frontera e Tarifa, não necessariamente nessa ordem. Haverá intercalações nesses passeios; na próxima semana, por exemplo, estarei na República de Malta. Ao retornar, irei primeiro a Granada...depois, veremos....

...ruazinha com Campanário ao fundo, em Córdoba....
"Nem tudo é dias de sol,
E a chuva , quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade.
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva ...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,...."


Fernando Pessoa

...em Jerez de la Frontera

domingo, setembro 30, 2018

Mesquita/Catedral de Córdoba - Andaluzia



Detalhes do interior da Mesquita/Catedral de Córdoba

O Sul da Espanha sempre recebeu  visita e  invasão de outros povos, como os fenícios e os gregos que vieram comerciar; os cartagineses que deram continuidade ao comércio e aí se estabeleceram por muitos anos; os romanos que fizeram de Córdoba a capital da região; os visigodos que ocuparam o lugar dos romanos até a chegada dos exércitos islâmicos. Todos esses povos deixaram heranças na linguagem, nos costumes, na forma que têm as cidades, nos edifícios e nas obras de arte.


Junto à Mesquita/Catedral, o Pátio das Laranjeiras

Córdoba, localizada às margens do rio Guadalquivir, é uma das cidades mais antigas da Espanha. A ela chegaram os muçulmanos , conhecidos também como Islâmicos, no ano de 715, após as tropas islâmicas do Califato de Damasco terem conquistado grande parte do norte da África e terem passado para a Península Ibérica.


Zeli, minha irmã, na Mesquita Catedral

Córdoba era cidade geograficamente valiosa por ser uma encruzilhada de vários caminhos. Nela viveram e conviveram pessoas com diferentes religiões e culturas, que a tornaram, no século X , um dos centros mais importantes do mundo. Ali conviviam judeus, árabes e cristãos. A principal parte da cidade era a Medina, a parte murada da cidade.


Torre Principal

Na Medina, encontravam-se , além da mesquita principal, o alcázar, que era a grandiosa residência do califa e de sua corte, outras mesquitas menores, os zocos , um tipo de mercado, e os banhos. Em Córdoba, vale uma visita  - e , havendo tempo, a experiência de um banho árabe -  a um edifício, com belos mosaicos,  que está localizado próximo à Mesquita/Catedral.


Colunas de mármore, granito, jasper  ou onix

A Mesquita de Córdoba começou a ser construída no ano 786, pelo califa Abd al- Rahman, passou por  três grandes ampliações, antes de, no século XVI, construir-se, dentro dela, a Catedral cristã. Ela parece uma fortaleza, com muitas portas. Para dimensionar seu tamanho e grandiosidade, é interessante uma caminhada ao redor dela.


Beleza e grandiosidade

Entra-se no recinto da Catedral pela Porta do Perdão, onde se perdoavam, em público, os pecados dos penitentes cristãos. Por essa Porta, chega-se ao Pátio das Laranjeiras,  onde, algumas vezes, já estive  no período de floração das laranjeiras, que estão por toda parte e, encantadoramente, perfumam a cidade.


Torre da Catedral vista a partir da Juderia

]
No centro do Pátio das Laranjeiras, há uma Fonte, com formato quadrado, cuja  água escorre por seus quatro cantos. Uma antiga tradição  diz que a pessoa que beber da água que escorre do único canto da Fonte que está sob uma oliveira, casa-se logo. Quem não quiser se casar, portanto, afaste-se desse lugar, ainda que esteja com sede.



Assim é hoje, com as alterações para ser uma catedral cristã

Por baixo da Torre da Catedral , como a  vimos hoje, havia outra torre, construída, no século X, por Abd al-Rahman III, que foi um governante de grande prestígio em todos os reinos da época. A Torre atual foi construída no século XVII, e restos da Torre Islâmica, como parte das parte das paredes e das escadas, podem ser vistos ainda no seu interior.



Fonte do Pátio das Laranjeiras

Atravessando o Pátio, entra-se, na parte coberta da Catedral, através de um arco, denominado Porta das Palmas, porque era por onde passava a procissão do Domingo de Ramos. Passando essa porta, tem-se um impacto indescritível com a visão  das colunas e dos arcos - um Bosque de Colunas - como já foi chamado -  pois são aproximadamente 900 arcadas. Impactante!



Riqueza interna da  Mesquita/ Catedral


Precisa-se de um tempo não exíguo para acostumar-se com a arquitetura, admirá-la e ver os tantos detalhes do local : as diferentes colunas e capiteis e os diferentes arcos; os magníficos mosaicos, presente do imperador de Bizâncio ao califa de Córdoba; a beleza e o luxo das luminárias que vêm do teto; a Capela Real com seu estilo mudejar; o altar, o coro, as cadeiras talhadas em madeira nobre, o teto... São muitos os detalhes e o espaço é o maior que conheço - nem sei se dá tempo para rezar ali! 




Minúcia e perfeição nos detalhes internos


Embora a tradição e a história  de Córdoba evidencie uma convivência possível de religiões - tanto que a cidade também é conhecida como Cidade das Três Culturas - eventualmente afloram sinais de conflitos e discussões como as que se observam na denominação Catedral...ou Mesquita...ou Mesquita/Catedral ou como  o uso do mesmo espaço para ritos e rezas de fieis muçulmanos. Talvez...um dia...



Altar  todo em mármore vermelha

"Pode-se visitar a Mesquita de Córdoba de 2ª a sábado das 10h às 18h (entre março e novembro, até as 19h). Domingos e feriados religiosos têm horários diferentes: das 8h30 às 10h15 e depois das 14h às 18h (entre março e novembro, até as 19h). A entrada custa €8 e não é vendida por antecedência -- nem precisaria. Basta se dirigir à bilheteria e comprar." https://www.viajenaviagem.com/2012/03/mesquita-cordoba/



Riqueza e variedade de materiais

" La luz que desde la Catedral de Córdoba nos alumbra no es mortecina ni temblorosa. Es intensa, penetrante. Ilumina el camino . Propone el abrazo de las comunidades del mundo." 
Juan Carlos I , Rey de España  28 - 5 - 86



Portas que circundam o edifício. mas não dão acesso aos visitantes.