segunda-feira, abril 25, 2016

Chegada em Atlanta

Massimo,
meu neto.





















Reconheço que minha geração foi bastante privilegiada por ter vivenciado acréscimos fantásticos que facilitaram nosso cotidiano. Sou do tempo que possuir um telefone -  um trambolho fixado numa parede - era clara demonstração de poder e vantagem sobre as outras pessoas. Acompanhei - deslumbrada! - o surgimento dos celulares, dos computadores, da internet....Lamento, no entanto, que me vai faltar vida para assistir ao uso de sistemas mais rápidos e eficientes de transporte...tão imprescindiveis nestas viagens longas.






Fiz Porto Alegre, Sao Paulo, Washington,Atlanta... contando o tempo das conexões, mais de 20 horas. Pela primeira vez, vim pela United Airlines. Os assentos sao, de fato,  mais confortáveis que outras companhias aéreas; a comida, ruim como a maioria. Quanto ao entretenimento a bordo, deixa muito a desejar - senti falta de bons filmes. Dormi durante cinco horas e acordei com fortissima turbulência - daquelas que só me ocorre pedir que o desfecho fatal seja breve...Apenas susto...






O aeroporto de Atlanta já me é familiar, apesar de ser imenso. Cheguei e logo chegou meu filho, bonito, gentil e afetivo ....todas as mães devem dizer o  mesmo... Atlanta está muito verde e florida. A cidade  é realmente  linda na primavera - para os alérgicos, entretanto, meio incômoda pelo excesso de pólen. Massimo veio feliz ao meu encontro, trazendo-me flores. Valeria preparou uma deliciosa torta de espinafre. Senti-me em casa...Verdade que me sinto em casa nos Estados Unidos. Dormi cerca de 12 horas - estou agora pronta para iniciar a temporada no pais.