quinta-feira, julho 12, 2012

Como estar na Dinamarca sem ir à Dinamarca? Solvang




















Depois de Santa Bárbara, decidimos dormir em Solvang. Inicialmente pensávamos em continua pela 101. ir até Buelton e, de lá, percorrer os 6 km que nos levaria a essa pequena e bonita cidade. O Santo GPS decidiu diferente: tomamos a State Route 154, com pouco movimento,  paisagens lindas  e vista do lago Caxumah e chegamos ao mesmo destino. Como só havíamos reservado hotel em San Diego e San Francisco, nos dias em que viajamos entre as duas cidades, procurávamos cidade e hotel para ficar quando a viagem começava a ficar cansativa. Assim fizemos  em Solvang. Optamos por um hotel todo de madeira e com um moinho no jardim da frente. Bem bonito.






















Caminhamos por toda a cidade que lembra bastante a Serra Gaúcha, inclusive com muitas lojas de chocolate - alguns em latas em latas bonitas e originais ,  objetos de decoração, lembrancinhas, e guloseimas diversas. Tem uma arquitetura europeia, lembrando realmente a Dinamarca - até senti saudades de um festival de jazz que fui assistir em Compenhague.
Solvang significa campos ensolarados. Parece ter sido esse nome, dado pelos dinamarqueses que se estabeleceram inicialmente numa fazenda, próxima à Missão de Santa Inês e do local onde está  hoje a cidade, que atraiu outras pessoas, vindas do mesmo país e que se dispuseram a seguir um projeto arquitetônico diferenciado das fazendas locais.























Percebe-se elogiável cuidado com a cidade, que é muito limpa e florida e que tem, no seu encantador centrinho, uma  homenagem a Hans Christian Andersen ( 1875 ) , o dinamarquês que se tornou conhecido através seus contos infantis, como A Pequena Sereia , O Patinho Feio e O Soldadinho de Chumbo. O povo daqui é gentil e educado - o que pode ser observado no  trânsito tranquilo, onde  até as bicicletas dão preferência aos pedestres. Ponto turístico interessante, desses lugares que se deve visitar , mesmo saindo da rota alguns quilômetros.